Os concertos dos Cults, The Legendary Tigerman e Woodkid no Super Bock Super Rock | Watch and Listen!

Os concertos dos Cults, The Legendary Tigerman e Woodkid no Super Bock Super Rock


Os concertos dos Cults, The Legendary Tigerman e Woodkid no 20º Super Bock Super Rock.

Os Cults, The Legendary Tigerman e Woodkid atuaram no passado dia 18 de julho no festival do Meco, e o W&L andou por lá.

Reportagens dos concertos com textos e fotos para ver aqui em baixo. 


Cults
Vamos para o primeiro concerto do dia no Palco Super Bock.
Desde já, esta foi a estreia dos Cults em Portugal.
Durante o concerto, o público mostrou-se um pouco distante e ia reagindo muito pouco, talvez por não conhecer as músicas.
A vocalista Madeline Follin mostrava-se sempre muito tímida, e falava e sorria poucas vezes estando sempre mais concentrada em cantar (e ninguém a pode culpar por isso).
A banda apresentou músicas dos seus dois álbuns, "Cults" e "Static", como, "Abducted", "High Road", "Always Forever", "You Know What I Mean", e "Go Outside". Também houve tempo para dedicarem a música "I Can Hardly Make You Mine" aos seus amigos Sleigh Bells que iriam atuar mais tarde, e fizeram uma cover do tema "Total Control" dos The Motels.
O concerto foi calminho para descansarmos um pouco antes do concerto que ainda estava para vir.

                                                


The Legendary Tigerman
Paulo Furtado conhece o Palco Super como nós conhecemos a palma da nossa mão, sendo que atuou lá três durantes estes três dias do festival e saiu-se bem em todas elas.
O primeiro tema foi a música "Love Ride" retirada do novo álbum "True" que nos levou mesmo numa ride. Depois seguiram-se temas dos outros álbuns como "These Boots Are Made for Walkin'" e "Naked Blues".
Quem apareceu e não foi bem-vinda foi a chuva que ainda durou um grande bocado, mas não foi por causa disso que deixámos de sentir o rock de Paulo Furtado, e ele até agradeceu às pessoas por terem aguentado a chuva.
The Legendary Tigerman costuma atuar sozinho sendo chamado o "homem-orquesta" porque faz tudo sozinho, mas neste concerto também teve muitos convidados como Alex D'Alva Teixeira e Rita Redshoes que o ajudaram nesta tarefa. Porém, de vez em quando também ai atuando sozinho.
O público esteve muito mais animado neste concerto do que no outro, e Furtado ia sempre puxando pelo público ao máximo. 
 Quase no fim do concerto, The Legendary Tigerman tem o comportamento mais rock and roll do dia, e desce para o público indo perto da torre de control, e a cantar perto de algumas pessoas.
Apesar da chuva, ainda deu para se transpirar um bocado no concerto. Também foi um dos concertos com mais garra.
                                                       


Woodkid
Chega finalmente o grande (mas não de estatura) Woodkid, ou Yoann Lemoine que é o seu nome verdadeiro. Sim, Woodkid é realmente pequeno, mas quando sobe ao palco esquecemos completamente esse facto porque nem se nota.
Woodkid trouxe um grande espectáculo à Herdade do Cabeço da Flauta a nível visual e musical. Os músicos estavam sempre em sincronia uns com os outros não falhando uma única nota. Durante o concerto, apareciam imagens a preto e branco no grande ecrã no palco. Imagens como montanhas, por exemplo, e quando Woodkid se aproximava do ecrã parecia que estava a entrar ou a sair das mesmas.
O concerto começou com "The Golden Age" retirada do álbum de estreia com o mesmo nome, e seguiu-se "Ghost Lights", "Technology", "Stabat Mater". Eis que chega a emocional "I Love You" que trouxe algumas lágrimas ao público, e onde se viu um Woodkid emocionado também. Depois, Yoan Lemoine apresentou uma música nova chamada "Volcano" e ouviram-se os temas "Conquest of Spaces", "Iron" e "The Great Escape". O concerto acabou com a grande e bem sucedida "Run Boy Run", e o público gostou tanto que não queria que a música acabasse e continuou a entoar a canção.
O espectáculo que Woodkid dá ao vivo condiz lindamente com o seu álbum de estreia e com os seus videoclips porque se pensarmos em tudo junto, forma um conjunto que é o concerto.
Neste concerto, o público esteve sempre animado e os fãs cantavam as músicas. Quanto aos não fãs, também deve ter sido uma boa descoberta para eles. Woodkid também puxava sempre pelas pessoas e mostrava-se muito feliz por estar a atuar em Portugal, e ia trocando algumas palavras de agradecimento ao público português.
Este concerto foi sem dúvida o melhor deste dia (Eddie Vedder quem?) tanto pela parte da produção como pela parte da música. Agora esperemos que Woodkid volte ao nosso país mais vezes.

                                               

Texto e fotos: Iris Cabaça

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