Super Bock Super Rock: último dia no Meco com The Kills, Foals e Kasabian | Watch and Listen!

Super Bock Super Rock: último dia no Meco com The Kills, Foals e Kasabian


No passado dia 19 de Julho do Super Bock Super Rock o Watch And Listen esteve por lá e assistiu aos concertos de Zé Pedro e Amigos - Tributo a Lou Reed, Albert Hammond Jr., The Kills, Foals e Kasabian. 
Podem ver as reportagens e fotos dos concertos abaixo.

Zé Pedro e Amigos – Tributo a Lou Reed

O final de tarde no palco Super Bock no dia 19 começou com uma bela homenagem a Lou Reed, que contou com a participação de vários artistas da música portuguesa, tais como Lena D’água, Tomás Wallenstein, Jorge Palma ou The Legendary Tigerman. Durante esta homenagem, onde a animação e exaltação não faltou, foi possível ouvir-se os grandes êxitos de Lou Reed tais como “Walk On The Wild Side” ou “Perfect Day”. Também observou-se algum público a cantar ao som das mais conhecidas, o que indicou que havia fãs do música presentes. No entanto, para além de fãs de Lou Reed foi também possível ver-se fãs de cada músico que subiu ao palco neste dia, nomeadamente de Capitão Fausto (Tomás Wallenstein). Durante o espetáculo esteve presente também o graffiter Miguel RAM que “grafitou” um quadro do artista Lou Reed. Pode-se dizer que foi realmente uma abertura em grande do palco principal!

                                           

Albert Hammond Jr.

Quando o concerto de Albert Hammon Jr. começou um dos primeiros comentários que fez foi relativo à pequena plateia que constituía o palco principal. Portanto pode-se dizer que foi “um concerto íntimo”. O concerto teve início com a “Holiday” e “Egas” que deram início a um concerto que se revelou ser fantástico e cheio de energia. Com um cover da “Ever Fallen In Love (With Someone You Shouldn’t’ve?)” dos Buzzcocks que não deixou ninguém indiferente. Albert foi aos poucos conquistando a plateia que não o conhecia e que adorou o concerto pois saltos e dança não faltaram. Houve ainda tempo para se ouvir temas como “In Transit” ou “GFC”. Encerrou-se o concerto com a canção “Last Caress” com o público pedindo por mais e com desejos de voltar a rever muito em breve o artista. 

                                          

The Kills


Depois de um concerto cancelado o ano passado no festival Paredes de Coura, finalmente os The Kills regressaram a Portugal para tocar no palco principal do Super Bock Super Rock. Muitos eram os fãs presentes, ansiosos e expectantes com o concerto. Quando Alison e Jamie abriram em grande com a "U.R.A. Fever" deram logo a entender a todos que o que pretendiam com o concerto era ver todo o público tão electrizante como estes dois se apresentam em palco. Não se pode negar a energia que os dois músicos emanam e que esteve presente ao longo de todo o espetáculo. "Future Starts Slow", "Heart Is A Beating Drum" e "Sattelite" puxaram pelo público que tão bem conhecia estas canções. Outra coisa que não se pode negar nestes dois é a química que possuem: acho que todo público presente reparou e fez comentários acerca disto pois é impossível não o fazer. É algo que ambos apresentam como ser um elemento muito forte e talvez o que faz tudo resultar tão bem. "Tape Song", "Black Balloon" e "Monkey 23" não faltaram à festa repleta de ritmos fortes das guitarras electrizantes de Alison e Jamie.

                                                   

Foals

Já antes do concerto começar era possível ver por todo o lado a euforia entre os muitos fãs da banda que se encontravam presentes. Era portanto esperado um grande concerto: os Foals não desiludiram e foi mesmo isso que deram aos fãs,um grande concerto. Enérgicos como sempre, iniciaram o concerto com a "Prelude" e "Ballons", esta última muita ansiada pelos fãs portugueses que "partiram a casa toda" com os primeiros acordes da músicas. A festa seguiu-se com "My Number" onde todo o recinto ressoou a letra em uníssono. Podia-se ver que o público se encontrava em total estado de extânse que foi marcado por vários saltos, crowdsurfing e mosh ao longo de todo o concerto. Imparável mesmo, só acalmando na música "Milk & Black Spiders". O momento mais emocional do concerto pertenceu à grande "Spanish Sahara". Quando se fizeram ressoar os primeiros acorde da música podia-se ver muitos fãs emocionados e houve também lugar para algumas lágrimas no meio de toda a exaltação. Durante a música "Late Night" também houve emoções fortes a vir ao de cima talvez pela mesma se encontrar num tom mais sentimental e romântico. "Inhaler" é a música seguinte e o público deixa o emocionalismo de lado e volta aos saltos e crowdsurfing. Portanto, deixa-se voltar a ser possuído pelos ritmos fortes dos Foals. O concerto acaba com o hino dos Foals, "Two Steps, Twice" em que Yannis desce para o público para se juntar então à festa da plateia. Energia é o que mais descreve estes rapazes. Voltem rápido, Portugal precisa de mais concertos destes.

                                                    

Kasabian

Quando os senhores da noite entraram em palco podia-se ver que a plateia do Super Bock Super Rock ia ficar baseada em dança, mosh e crowdsurfing. E foi o que aconteceu durante todo o concerto. O Super Bock Super Rock dançou até destilar! Entrando a matar, Kasabian começam o concerto com um dos seus mais recentes singles "bumblebee". De seguida tocaram "Shoot The Runner" animando o mosh e o crowdsurfing. "Underdog" trouxe a loucura e histerismo até ao Meco, pois ninguém ficou indiferente à canção. Com o histerismo numa linha contínua foi tempo de algo mais pesado no sentido sentimental: "Days Are Forgotten". E todos sabiam a letra, houve canto em uníssono! "eez-eh" transformou o festival numa autêntica pista de dança, contagiando todo o público com os seus ritmos electrizantes. Durante o resto do concerto houve ainda tempo para se ouvir canções como "Club Foot" e "Re-Wired" que pôs o público em mosh constante. E realmente sentiu-se levantar o pó de tanta dança que era! No encore a banda mimou o público com êxitos como "Fire". Neste momento já se encontravam vários círculos de mosh pit, pois o público estava imparável e dificilmente se cansaria. Aposto que teriam vivido este concerto para o resto da vida se possível. Era impossível apanhar alguém que não estivesse contagiado pelo ritmo destes Kasabian ou com um sorriso na cara. Foi demasiado bom para que se encontra-se alguém que não tivesse a gostar. Antes de abandonarem o palco, tão perto estava o adeus, a banda ainda teve tempo de fazer um cover dos The Beatles. "All You Need Is Love" infectou assim o Meco. Acabou assim o concerto da noite, e tudo o que podemos pedir depois desta descarga de energia é que voltem. E muito rápido. 

                                              

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