Os melhores álbuns nacionais de 2014 | Watch and Listen!

Os melhores álbuns nacionais de 2014

 O nosso top dos melhores álbuns nacionais deste ano.

Este ano foi provavelmente um dos melhores para a música portuguesa porque nunca houve música portuguesa tão boa e tanto público disposto a ouvi-la. O que prova que a música em Portugal é muito mais do que pimba, fado e Xutos e Pontapés.

Desde a pop dos D'Alva ao rock psicadélico dos Capitão Fausto e passando pelas rimas de Capicua, há álbuns bons para todos os gostos.
 


D'Alva - #batequebate

Os D'Alva foram a grande revelação deste ano e presentearam-nos com a sua pop livre, leve e solta. "Frescobol" e "Homologação" são músicas que afirmam o lugar do coletivo no panorama musical português, e além de fazerem muito "barulho", o álbum acaba com a letra profunda de "Primavera". O hype gerado à volta do coletivo, principalmente nas redes socais, é merecido.


B Fachada - B Fachada

O regresso de B Fachada foi algo inesperado, mas muito bem recebido. Com o primeira tema do disco, "Camuflado", entramos logo nos ritmos criados por B Fachada, e com "Crus" ficamos com vontade de dançar kizomba. O disco acaba com "Já O Tempo Se Habitua" que é uma cover eletrónica de Zeca Afonso.


Bruno Pernadas- How Can We Be Joyful In A World Full Of Knowledge?

No disco, Bruno Pernadas constrói músicas com várias camadas que vão sendo descobertas ao longo das músicas e atreveu-se a fazer música um pouco diferente da que normalmente se faz.


Xinobi - 1975

O disco de estreia de Bruno Cardoso reúne influências de dub, disco, deep house e surf guitar em apenas um álbum pronto para sair para as pistas de dança, mas com refrões pop que ficam na cabeça.

Capicua - Sereia Louca

Esta sereia deixou-nos foi loucos por não estarmos em Vayorken. Não é fácil ser-se mulher no mundo da música e muito menos no mundo do hip-hop, mas Ana faz o seu melhor e fez um dos álbuns deste ano. O álbum está repleto de letras boas e de muitos convidados como Gisela João e Aline Franzão.

The Lazy Faithful - Easy Target

Os portueses trouxeram garage-rock que dá vontade de fazer mosh em casa apenas com a primeira música "Two Lines In The Sky". Nas músicas "Drow In One", "Magnificent Medicine" e "Don't Let It Be" temos malhas bem construídas com as guitarras, o baixo e a bateria em perfeita sintonia com o headbanging.

Dead Combo - A Bunch of Meninos

Estes meninos não se enganam com músicas melancólicas mas também com guitarradas que dão vontade de levantar da cadeira e começar a dançar.

Black Bombaim - Far Out

O álbum tem apenas duas músicas mas nem seriam necessárias mai. Em "Africa II" e "Arabia", a banda de barcelos mostra tudo o que tem para dar. 

The Legendary Tigerman - True 

O senhor dos blues dispensa apresentações e depois do "Femina" regressa com "True". Nas músicas "Twenty First Rock'n'Roll" e "Gone" pode-se ouvir ritmos mais frenéticos carregados de guitarras de verdadeiro rock'n'roll, mas com uma ponta dos blues sempre presente. 


Capitão Fausto - Pesar O Sol

"Pesar o Sol" foi um dos primeiros álbuns a sair este ano, e foi um dos melhores sem dúvidas. O segundo álbum da banda tem um som mais psicadélico do que o anterior e músicas que se extendem até nos levarem numa viagem imaginária. O crescimento musical do "Gazela" para este segundo álbum é notória, e serviu para os Capitão Fausto se afirmarem mais uma vez como uma grande banda portuguesa.

You Can't Win, Charlie Brown - Diffraction/Refraction

Também foi um dos primeiros álbuns deste ano e nele podemos ouvir a folk suave e doce que os You Can't Win Charlie Brown sabem fazer. No segundo disco da banda, ouve-se músicas bem pensadas com a certa dose de calma e melodias pop.




Sequin - Penelope 

O disco de estreia de Ana Miró percorre um registo de electro pop juntamente com influências orientais e a sua voz doce, e a música "Flamingo" prova isso mesmo. 

Sensible Soccers - 8  

8 é um álbum instrumental o que não é muito habitual acontecer na música portuguesa. Desde a primeira música "Nikopol" até à última "Lima" ouvimos músicas com uma pitalhada rock e um toque eletrónico juntamente.O grande destaque vai para a música "AFG".


Keep Razors Sharp - Keep Razors Sharp

Os Keep Razors Sharp revelaram-se uma surpresa muito boa este ano com o seu disco homónimo que abre logo com "The Lioness" que tem um refrão contagiante. O supergrupo joga com o pós-rock e o psicadelismo fazendo um álbum que os afirmou na música em Portugal.

Diabo na Cruz - Diabo na Cruz 

O terceiro álbum homónimo dos Diabo Cruz é mais trabalhado e melhor pensado. As músicas têm a junção certa de popular e rock num só. O álbum tem temas de dão vontade de pedir e chorar por mais, A banda está de parabéns.

Lotus Fever - Search For Meaning

O primeiro trabalho dos Lotus Fever mostra o seu rock progressivo e psicadélico. Em "Introspection" revelam-se com um ritmo enérgico e um refrão pop, e no tema "Mild Temptations" exploram mais lados musicais e fazem uma canção única. 



5-30 - 5-30

Os 5-30 quase deitaram abaixo a internet em Portugal quando lançaram o álbum de estreia do nada, praticamente, e começou tudo a partilhar as músicas deles nas redes sociais. E sim, "Chegou A Hora" de vermos Fred, Regula e Carlão juntos num projeto e o sucesso do álbum mostra exatamente isso.


Killimanjaro - Hook  

O trio mostra o seu heavy-rock em "Hook" que é ideal para fazer crowdsurfing em Paredes de Coura. É um registo cheio de músicas com riffs agressivos, mas bem construídos.



Duquesa - Duquesa

Ouvir o EP do projeto a solo de Nuno Rodrigues, vocalista dos The Glockenwise, é como voltar ao verão e comer "Ice Cream" junto à piscina, por isso, é quase impossível não ficarmos com um sorriso quando ouvimos estas músicas doces.


Paus - Clarão

No caso deste álbum dos Paus, ou se gosta ou não se gosta e é simplesmente assim. No entanto, o álbum tem muitas boas músicas como "Bandeira Branca" e "Cume". Goste-se ou não, há que admitir que o sucesso desta banda não é em vão: os Paus são excelentes e assim também o é o "Clarão".

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