Entrevista aos Old Yellow Jack | Watch and Listen!

Entrevista aos Old Yellow Jack

 
No passado dia 30 de Janeiro, estivemos à conversa com os Old Yellow Jack.

Os Old Yellow Jack são uma banda lisboeta formada em 2011 e constituída por 4 jovens (Guilherme Almeida, Filipe Collaço, Miguel Costa e Henrique Fonseca). Antes do seu concerto no Sabotage Club falámos de "Magnus", o EP lançado recentemente pela banda, de amarelo, planos para o primeiro álbum e muito mais. Ainda tivemos tempo para um pequeno jogo com a banda. Fica, abaixo, entrevista na íntegra. 

Watch And Listen: Como surgiu a ideia de formarem os Old Yellow Jack?

Filipe: Estava eu e o Skronk sozinhos numa sala em Alcântara. De repente o Miguel aparece do nada, no meio da relva. Depois o Henrique sai de um autocarro de uma escola americana, nós pegamos ao colo do Henrique e ele vem tocar. E começamos a tocar.
Miguel: E eu tocava de tronco nu... agora tenho sempre que tocar de t-shirt, eles obrigaram-me.

W&L: Porquê o nome Old Yellow Jack?

Guilherme: A culpa é do Henrique... Ele quando tinha 5 anos tinha um amigo imaginário um bocado velhinho e para o amarelo...
Filipe: Não, o que aconteceu na realidade foi que o pai do Guilherme estava a fazer voluntariado na Índia. Aliás o pai dele era embaixador lá e nós fomos lá de férias e encontrámos o Guilherme no meio da selva. Ele apanhou febre amarela. Ficámos todos com febre amarela... e era amarela! E o senhor do nosso hostel chamava-se Jack. E ele também apanhou a febre e ficou ainda mais amarelo, e velho. E daí Old Yellow Jack.

W&L: Como classificam o vosso género musical?

Miguel: Rock com trinta "r's"!
Filipe: Mas eu tenho a acrescentar que não é um rock normal. É um rock mais para o engate, assim um rock sensual.
Guilherme: Sensual para manter as coisas assim... vá com um bocadinho de respeito.

W&L: Magnus saiu há pouco tempo e esta noite o concerto é de promoção ao EP. Em que se inspiraram durante a criação do EP e como foi o processo criativo?

Filipe: Nós inspirámos-nos sobretudo em vingança e acho que o Skronk pode dar...
Guilherme: Eu sou extremamente vingativo e eu levo a peito tudo o que me dizem e fazem. Tudo. Depois faço músicas sobre isso. E pronto o EP foi inspirado nisso. Já o álbum...
Miguel: O álbum vai ser inspirado em muitas coisas.



W&L: Já têm planos para o primeiro álbum?

Guilherme: Vão ouvir hoje!
Miguel: Julguem por vocês mesmas.
Guilherme: Exacto. Algumas músicas que vamos tocar hoje fazem parte, constam no álbum. Está para sair ainda este ano, e se tudo correr bem vamos começar a gravar em Fevereiro. Está em gestação.

W&L: Sabemos que estiveram no Vodafone Mexefest, em 2014. Como foi a experiência?

Guilherme: Chorámos. Todos chorámos. Foi muito bom. Foi o melhor concerto das nossas vidas. Foi um grande concerto mesmo.

W&L: O quê que podemos esperar do concerto de hoje à noite?

Filipe: Músicas recentes, antigas. Músicas do EP, claro. E ainda algumas que vêm para o álbum. E algumas surpresas lá no meio.

W&L: Digam-nos factos engraçados sobre vocês.

Filipe: Hoje em dia sou o que tá à vossa frente, mas na realidade passei toda a minha vida em colégios de freiras e padres. E eu sou o Roger do American Dad.
Guilherme: O meu nome artístico Skronk, é pão de boi e a senhora Skronk, que é uma simpática holandesa. Sou movido a vingança. E sou uma carcaça.
Miguel: Ele é tipo a maior carcaça! Daquelas de duas semanas que já não parte. Mas agora eu. Eu sou o Miguel, entre parênteses Puto Afa. Eu pareço beto, mas na verdade sou dread. É isso.



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