Entrevista aos Mighty Sands | Watch and Listen!

Entrevista aos Mighty Sands

  

No passado dia 4 de Setembro, estivemos no Indie Music Fest a entrevistar os Mighty Sands, anteriormente conhecidos por Los Black Jews. Falámos acerca do nome da banda e de como a banda já na altura do festival tinha a certeza da mudança. Conversámos ainda sobre o EP que irá ser lançado no dia 24 de Outubro e de muitas mais coisas. Fica abaixo, a entrevista na íntegra.

Watch&Listen: Como é que surgiu a banda e o porquê do nome?

Maree: A banda surgiu em 2013, mais ou menos em Outubro. Quando eu e o Chaby começámos a namorar. E começámos a ouvir... e começámos a tocar música juntos. Eu já tocava guitarra, ele também. Tinha uma banda, que eram os Sick Strippers. E começámos a tocar juntos. Passado um ano descobrimos o Pedro, o Martim e o Farmhouse que são a bateria, o teclado e o baixo. E o nome veio da necessidade de arranjar um nome. Que é aquela cena bué chata para as bandas. Terem que escolher um nome. Mas podemos dizer nesta entrevista, que vamos mudar de nome. E não digo qual é ainda.

W&L: Podem falar-nos um pouco sobre o vosso EP?

Mighty Sands: Vamos lançar dia 24 de Outubro, pela Spring Toast. Vamos fazer o lançamento oficial, pela Spring Toast Records. Que é a nossa editora... do it yourself. Vai ser no Damas o lançamento oficial. Vai ter muitas surpresas engraçadas, vários artistas, exposições e... pronto! É no Damas em Lisboa. Na Graça, dia 24 de Outubro. E preparem-se que vem aí cenas fixes.


W&L: Qual é a vossa opinião acerca do recente desenvolvimento da música portuguesa?

MS: A minha opinião acerca do desenvolvimento da música portuguesa... é positiva. É uma opinião positiva. Porque acho que estão aí a nascer muitos projectos interessantes. E como este festival, também há muitos festivais que os tão a promover. E isso é que é preciso. 'Tamos juntos.

W&L: O quê que podemos esperar do vosso concerto desta noite?

MS: Paz e amor. Se houver eletricidade. Se houver eletricidade, um bocado de paz e amor. Se não houver eletricidade também paz e amor.

W&L: Qual a vossa opinião acerca do conceito do Indie Music Fest?

MS: Na verdade, eu só conheci com esta proposta. Antes não conhecia. Até agora está a ser fixe. É uma onda fixe, tem um espaço fixe. Tem muitas bandas fixes. Até agora ainda não vimos nada que nos pudesse assim suscitar algum interesse... mas ainda estamos à espera de ver algumas coisas que nos surpreendam.



Texto: Alexzandra Souza
Fotografias: Iris Cabaça

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