Entrevista Cave Story | Watch and Listen!

Entrevista Cave Story


No passado dia 3 de Setembro, estivemos à conversa novamente com os Cave Story no Indie Music Fest. Falámos de variados temas fixes, como por exemplo sobre a atuação da banda no passado Nos Alive e sobre a opinião acerca do conceito do Indie Music Fest. Fica a entrevista abaixo, na íntegra.

Watch&Listen: Já têm data de lançamento para o vosso álbum de estreia?

Gonçalo Formiga: Não, não temos. Ainda não temos data.

Pedro Zina: Mas é para o ano. Só sabemos isso. É a única cena que sabemos.

W&L: Como é que estão a decorrer os concertos de apresentação do EP?

Ricardo Mendes: Estão a correr bem. Está a ser fixe. Tem dado para andar um bocadinho pelo país inteiro... tá fixe. Estamos aqui hoje.

W&L: Como é que se sentem por atuarem sempre ao lado de grandes nomes da música portuguesa?

Pedro: É fixe.

Ricardo: É bué bom. Grandes nomes. É fixe conhecer as pessoas e sentir que há uma cena tipo geral e que toda a gente está a fazer música. E tipo temos estado a conhecer muitas bandas que gostamos, e pessoas que gostamos. Nesse aspecto é incrível, sim.

Gonçalo: Acho que não pensamos em ninguém como grandes nomes. Pensamos só em pessoal que faz música e que nós admiramos e cenas assim. Nós não vemos tanto a coisa como grandes nomes ou pequenos nomes. Há grandes nomes que a nós não nos interessa tanto e há outros nomes mais pequenos que nós adoramos. É relativo.

W&L: Existe já um hype criado à volta do vosso nome. Entendam por isto a recepção do público em relação à vossa música. Podem falar-nos um pouco acerca disso?

Pedro: Não sei, digam-me vocês. Já que tão a dizer que há hype. Mas da recepção achamos bem. Claro que gostamos. E cada vez mais. Nós gostamos de fazer música e também gostamos que haja gente que gosta da nossa música. Claro. Acho que todas as bandas...

Ricardo: ... gostam que o público esteja minimamente naquilo que estão a fazer. E que achem fixe estarmos a tocar juntos.

W&L: Como foi a experiência de tocarem no Nos Alive?

Gonçalo: O Nos Alive foi fixe.

Pedro: Um bom concerto. Tocámos no coreto. Havia lá pessoal e foi fixe e deu para ver Jesus and Mary Chain a seguir. Portanto foi um dia fixe, foi um dia porreiro.

W&L: Qual a vossa opinião acerca do conceito do Indie Music Fest?

Gonçalo: De ser cenas portuguesas? Acho que é, sem qualquer tipo de sensacionalismo de "ah só porque é português é melhor"... Acho que tá excelente e é incrível haver um festival que consegue sobreviver só com bandas portuguesas... é muito bom sinal. E nós estamos muito contentes por estar aqui.

Pedro: Eu acho que nem é a cena de serem portuguesas. Acho que é a cena de serem bandas boas que estão por cá. Tanto podiam ser estrangeiras como portuguesas, mas desde que sejam boas. Isso é fixe. E o ambiente. É a primeira vez que vimos cá e o ambiente tá fixe. Acho que vai ser uma boa noite.

Texto: Alexzandra Souza
Foto: Iris Cabaça

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