Entrevista a Luís Montez (Música no Coração) | Watch and Listen!

Entrevista a Luís Montez (Música no Coração)


Hoje realizou-se a conferência do Vodafone Mexefest no Cinema São Jorge, e lá tivemos uma breve entrevista com o simpático diretor da promotora do festival, Música no Coração. Falámos do Super Bock Super Rock, do Vodafone Mexefest e ainda do que dá mais gosto a Luís Montez de fazer quando organiza festivais, e qual deles é o mais complicado. Fica abaixo a entrevista na íntegra.

Watch&Listen: Em primeiro lugar, qual é o balanço que faz da edição deste ano, do Super Bock Super Rock?

Luís Montez: Foi muito giro. As pessoas estavam na expectativa de como ia ser. E recebi muitos elogios, porque havia condições incríveis de acesso. E casas de banho muito boas. Houve bons concertos. A Florence deu um concerto de outro mundo! Blur também estiveram muito bem. E o Sting assim para um público mais da sua faixa etária, também esteve muito bem. Estamos contentes. E para o ano ainda vai ser melhor. Porque vamos alargar o espaço até ao rio. E temos algumas novidades, mas em breve falaremos disso.

W&L: E qual é a parte que lhe dá mais orgulho quando organiza festivais?

Luís Montez: É quando vejo as pessoas felizes. A delirarem, a gritarem de felicidade por estarem a ver aquilo que querem. Às vezes vou para o palco, e do palco estar a olhar para o público... não há coisa melhor na vida do que fazer os outros felizes. E eu faço-o através da música. Isso é o que me dá mais gozo.

W&L: E qual é o que dá mais trabalho?

Luíz Montez: Este, o Vodafone Mexefest, é o que dá mais trabalho. Este dá muito trabalho porque são muitas salas. É muita logística, é no seio da cidade... Muitos hotéis, muitos transportes, muitas viagens de avião. São muito artistas, dá uma trabalheira. Mas também dá gozo, porque são bandas bebés que um dia vão estar no Super Bock ou no Sudoeste.

W&L: E o quê que podemos esperar desta edição do Vodafone Mexefest?

Luís Montez: Grandes concertos. Acho que temos uma boa armada portuguesa também. E outra coisa boa do festival é essa. Para além de descobrir a música, descobrimos a cidade.  A história do Tanque. É incrível. Tu não acreditas naquilo. É ao lado do Coliseu. Incrível.


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