As revelações do ano | Watch and Listen!

As revelações do ano

Com as listas de melhores discos nacionais e internacionais feitas, chega a que faltava. A lista de artistas e bandas que mais surpreenderam em 2016 e que, provavelmente, vieram para ficar. As vozes, as músicas, os álbuns e os EPs mais surpreendentes são de vários países e alguns passaram por Portugal onde foi possível testemunhar que são de facto as revelações do ano. 

Alexandra Savior

No ano passado a Alexandra Savior postou a demo "Risk" online e despertou a atenção de algumas pessoas, mas foi com a música "Shade" que o mundo a descobriu. A sua voz bonita e calorosa juntamente com a sua sonoridade que parece tirada de outra década, é o que a fazem uma das melhores descobertas deste ano.


Baywaves  

A música indie espanhola começa a ganhar cada vez mais sucesso e estão sempre a aparecer bandas novas, como, os Baywaves. O seu EP, "Only For Uz", mostra, em apenas quatro músicas, que o rock psicadélico está vivo e veio para ficar em Espanha e depois o resto do mundo.  



Frances

Em 2015, a Frances lançou o seu EP "Grow" que contém o single com o mesmo nome, mas foi apenas este ano que começou a ganhar mais reconhecimento e andou em tour por vários países e festivais, incluindo o EDP Cool Jazz. A sua voz também é uma das melhores que se ouviu este ano.


Gallant 

O Gallant tem um dos melhores falsetes que se ouviu em 2016 e que é capaz de tocar várias pessoas numa sala, o que aconteceu no Vodafone Mexefest. Dois anos depois do EP "Zebra", o cantor lançou o seu álbum de estreia, "Ology", que transpira soul e R&B de uma ponta à outra. Assim se torna uma das melhores revelações deste ano e de certeza que só podemos esperar coisas boas vindas de Gallant no futuro.


Hana

 A Hana andou a aprender a produzir música o que foi uma das melhores decisões que podia ter feito no principio da sua carreira. O resultado foi o primeiro EP homónimo que saiu este ano e permitiu-lhe andar em tour por todo o mundo. Também a deixou encantada por Portugal no seu concerto no NOS Alive. 

Jack Garratt

A sua voz rouca com os seus ritmos eletrónicos presentes no disco de estreia, "Phase", trouxeram a Jack Garratt sucesso crescente. A prestação ao vivo também o destaca por ser one-man show, ou seja, nos concertos é ele que faz e toca tudo sozinho. Só falta vir a Portugal para se poder testemunhar isso.


Let's Eat Grandma  

Com o primeiro álbum, "I, Gemini", Rosa Walton e Jenny Hollingworth são um dos duos mais interessante que surgiu este ano. Walton e Hollingworth conseguem fazer uma combinação entre pop, psicadelismo, e hip-hop que é apenas mágica e única. As suas músicas parecem vindas de uma floresta fictícia que só existe nos contos de fadas.


Los Nastys

Os Los Nastys já andam no mundo da música há algum tempo e até são a grande influência das Hinds e dos The Parrots. Contudo, foi apenas este ano que lançaram o disco de estreia, "Noche de fantasmas con Los Nastys", que vem repleto de punk cantado em espanhol.


NAO

A NAO também foi outra das melhores vozes que foi possível ouvir-se ao longo do ano. O álbum de estreia, "For All We Know", é a junção perfeita de R&B e eletrónica, sendo que também veio para mostrar que a NAO chegou e está para ficar aqui durante algum tempo. Ao vivo destaca-se, igualmente, e a sua voz soa tal e qual como em estúdio, o que foi possível, felizmente, assistirmos no Vodafone Mexefest.


Princess Nokia 

Há dois anos atrás, a Princess Nokia lançou o álbum "Metallic Butterfly" que é uma colaboração com OWWWLS. O disco são cinco músicas com inspirações eletrónicas, pop, hip-hop e futurismo. Porém, com a mixtape "1992" ouvimos a Princess Nokia no seu estado mais puro do rap. Cada palavra tem tanta força e poder que parece que nos é atirada à cara porque é impossível ficar-se indiferente. O concerto na Galeria Zé dos Bois também foi um dos mais surpreendentes que aconteceu em 2016.


Soft Hair 

LA Priest e Connan Mockasin são os Soft Hair que este ano se apresentaram com o demorado disco de estreia. Os dois começaram a colaboraram durante os seus tempos livres entre os seus próprios projetos, e cinco anos depois chegou o LP que é uma experimentação pop e eletrónica.  


Sunflower Bean 

O trio de Brooklyn revelou-se como uma das melhores bandas de indie que surgiu em 2016. O seu indie rock sonhador é o que torna o som tão especial. O primeiro LP "Human Ceremony", é uma bela cerimónia ao que o grupo faz de melhor: músicas rápidas e visionárias.


Surma

A Débora Umbelino aka Surma, ainda não tem nenhum álbum nem EP, mas teve um bom ano com algumas músicas tendo passado por vários sítios no país. As suas músicas experimentais conquistaram as pessoas e ninguém ficou indiferente.

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