Para descobrir: Galo Cant'Às Duas | Watch and Listen!

Para descobrir: Galo Cant'Às Duas

Galo Cant'Às Duas é um duo de Viseu formado por Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre de rock experimental. A primeira vez que se juntaram deram um concerto com apenas uma bateria e um baixo e fizeram uma jam durante esse tempo todo. Um mês depois já estavam em estúdio para gravarem músicas.

O álbum de estreia, "Os Anjos Também Cantam", saiu no passado mês de março e funciona como uma viagem que o duo conseguiu concretizar. Tem quatro músicas instrumentais, exceto a última, "Partícula", que tem letra. O disco foi gravado no estúdio HAUS, com edição da Blitz Records e distribuição da Sony Music, o que resultou num som mais maduro e concreto, sem jams. Porém, os concertos ao vivo ainda contam com algumas improvisações, desta forma nunca são iguais aos anteriores. A forma improvisada como começaram e o caminho que Cardoso e Alegre têm vindo a percorrer até agora mostram que se deve prestar bastante atenção a estes músicos e ao que virá a seguir para ambos.


Os Galo Cant'Às Duas responderam a algumas perguntas que lhes fizemos. Fiquem a conhecer um pouco Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre:


Qual foi o momento da vossa vida em que perceberam que queriam começar a fazer música?
Ambos começámos a estudar música muito cedo. Primeiro através de conservatórios e depois em escolas profissionais e faculdades. Desde a adolescência que tocamos com amigos passando por variadas bandas, isto trouxe-nos experiências muito loucas. Agora vemos a nossa profissão de maneira mais séria, sem perder a tal loucura e espontaneidade que faz parte.

Como é o vosso processo criativo?
Tanto pode ser com ideias individuais que descobrimos quando estamos a estudar como em formato Jam. Quando gostamos de alguma ideia apresentamos um ao outro e analisamos para onde aquilo nos pode levar. 

Descrevam a vossa banda numa frase.
Metamorfoseando entre cores e cascatas chegando ao algodão doce.

Se a vossa carreira musical fosse um filme, qual seria?
Um filme realizado por nós ... iria-se chamar “A Árvore na Terra como no Mar”. 

O que esperam alcançar em 2017?
Tudo o que conseguirmos. Como em 2018, 2019, 2020... Estamos a trabalhar a todo o gás, e isto é o mais importante. Os resultados vão chegando.


Texto: Iris Cabaça
Foto: Joana Linhares

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