Para descobrir: Monday | Watch and Listen!

Para descobrir: Monday


Monday é a nova aventura de Catarina Falcão no mundo da música. A outra metade das Golden Slumbers decidiu lançar-se a solo com este projeto. O álbum de estreia está previsto sair no próximo ano.

O primeiro single de Monday, "Yo-yo", saiu em junho deste ano e fez parte do disco Novos Talentos FNAC 2017. Como tal, a 24 de junho apresentou-se no evento FNAC Live 2017, no Village Underground, em Lisboa, para tocar algumas músicas. O vídeo bastante colorido da música "Yo-yo", que retrata o tema da mesma, foi realizado por Filipa Simão. Alguns meses antes, ouvimos um pouco do projeto num Sofar Sounds Lisbon e aí percebemos logo que era bom.

Ao vivo, António Vasconcelos Dias (guitarra elétrica), Nuno Simões (baixo), Sérgio Nascimento (bateria) e Zé Guilherme Vasconcelos Dias (teclado) juntam-se a Catarina Falcão. Este ano deram mais alguns concertos, sendo que, passaram pelo Festival Silêncio, Festival Aciprestes e Casa da Música, no Porto.

Assim, decidimos fazer algumas perguntas a Catarina Falcão para conhecermos mais um pouco sobre Monday.

Qual foi o momento da tua vida em que percebeste que querias começar a fazer música? 
Sempre tive “envolvida” com música, quer por fazer parte de coros, ter aulas ou por simplesmente gostar de cantar. Acho que comecei a pensar mais seriamente no assunto depois de ter lançado o primeiro EP com o meu outro projecto, Golden Slumbers, e ter ganho mais noção da indústria musical. Mas vontade de fazer apenas por fazer começou quando tinha 17/18 anos. 

Como é o teu processo criativo? 
Não é muito metódico, no sentido em que não marco necessariamente um dia para compor. Tenho a sorte de ter muitas alturas em que tenho ideias de melodias ou letras e apetece-me logo ir escrever. Sei que são fases e nestes últimos dois anos tem funcionado assim, talvez porque também estou numa fase de mudança, crescimento e alguma confusão que fazem parte dos 20’s e há uma maior necessidade de me exprimir, neste caso através de canções. 

Descreve o teu projeto numa frase. 
Sad songs turned happy – não sei se isto faz sentido, mas, para contextualizar, muitas das demos das canções (voz & guitarra) tinham uma certa melancolia, mas com os arranjos que o António fez ganharam uma roupagem completamente diferente, e muito mais alegre ou positiva. Quase que aquilo que pretendemos quando estamos numa situação menos feliz.

Se a tua carreira musical fosse um filme, qual seria? 
Não sei responder a isso ainda, dêem-me mais uns 10 anos para poder pensar numa resposta como deve ser!

O que esperas alcançar em 2018?
Vou lançar o disco em inícios de 2018, e o objectivo principal será que as pessoas o ouçam, gostem e de alguma forma se relacionem com ele. Fora isso, espero dar muitos concertos!

 

Fotografia: Rita Coroado
Edição e Ilustração: Manuela A. Peixoto

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